Gerais

Sucessor do lay-off simplificado inclui prémios e subsídios

O decreto-lei do apoio extraordinário à retoma progressiva já está publicado em Diário da República. A medida é mais flexível e permite às empresas entrarem e saírem do regime sempre que quiserem.

30% das empresas em lay-off reduziram postos de trabalho

Um inquérito realizado pelo INE permite aferir que a maioria das empresas (67%) que recorreu ao lay-off manteve o emprego, 30% diminuíram. Mas 77% das inquiridas admitem que se não fosse o lay-off simplificado teriam reduzido o emprego.

Investimento das empresas vai diminuir 9%

A crise económica provocada pela pandemia de Covid-19 está a retrair as intenções de investimento dos empresários nacionais. O INE prevê que o investimento caía 8,9% em 2020.

25% dos trabalhadores no privado está em lay-off simplificado

A ministra do Trabalho anunciou, esta manhã, que mais de 870 mil trabalhadores estão abrangidos pelo regime de lay-off simplificado. No total, o Estado gastou 992 milhões de euros com novos apoios a famílias e empresas.

Nova linha de crédito para micro e pequenas empresas

O anúncio foi feito pelo ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, na Assembleia da República. Nova linha de mil milhões de euros deve ser lançada na semana de 20 de julho.

Trabalhadores em lay-off podem gozar férias

Está desfeita a confusão. Os trabalhadores que estejam em regime de lay-off podem gozar férias, tendo direito ao subsídio de férias “normal”, além do salário com os cortes previstos neste regime. O esclarecimento é da ACT e da DGERT.

Crise deverá ser estrutural

Executivo e economistas têm visões diferentes sobre a crise provocada pela pandemia. Os economistas olham com muitas dúvidas para as previsões do Governo dando conta de uma retoma rápida. Economistas acreditam que a crise será longa e estrutural.

«É impossível» aumentar fundos da UE para investimento

Os empresários pedem o aumento da taxa de comparticipação dos fundos europeus nos investimentos das empresas, mas o Governo afirma que tal «é impossível».

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